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QUEM É ABIMAEL
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
show
Abimael abre show de Luiz Melodia
Veja o que os principais meios de comunicação do Recife falam deste evento:
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
CONTO POLICIAL ESCRITO POR ABIMAEL GOMES
O SUBMUNDO.
Sacos de lixos espalhados pelas calçadas,estendidos ao longo dos meio fio desalinhados.
Fiteiros sujos de bancas de bicho atravessados sobre a via de pedestre
No meio do estreito asfalto,bicicletas,cachorros,homens e meninos competem com a passagem irregular de automóveis e motocicletas.
Os fios de telefones sobre as paradas de ônibus,propensos nas cabeças de quem passa.
Pessoas abatidas e cansadas,portando sacolas plásticas,jovens conduzindo outros nos quadros das bicicletas,casais, mulheres quase nuas,pederastas,lesbica ,crentes,viciados atentos nas esquinas.
Homens sobre frágeis coberturas de telhas loudentas de brazilit ,de camisas e bermudas, outros de blusões abertos deixando á amostra os peitos nus.
Cada um se junta ao seu grupo como lobos em bando,velho com velho,jovem com jovem para conversarem da vida alheia e de suas próprias vidas.
A chuva cai e sobre as marquises estiam...
Meninos atravessam correndo, pares encolhem-se sob pequenos guarda-chuvas de aspas á amostra,outros passam com faces arqueadas protegendo as cabeças com toalhas e sacos plásticos.
O ônibus passa com mulheres e homens atentos nas janelas,com braços e cotovelos á vista.
A chuva estanca,os guarda-chuvas desarmam-se os panos e sacolas são retirados da cabeça e postos nas costas.
Retoma-se o tráfego de pessoas
Senhoras sobem dos córregos para chamarem seus netos e saem arrastando-os pelos braços.
Raparigas se cobrem deixando os umbigos com pinces á amostra .
Mocinhas evangélicas com a Bíblia na mão passam Por estas e a repudiam, uma negra de cabelo a escova que arruma a tufa com carinho.
Tenda cobertas por escuras lonas são desarmadas,cadeiras e caixas são recolhidas...
Quando gritos e correrias ouvi-se...
Um sujeito foge a todo vapor enquanto uma multidão o persegue pedido para que o agarre de modo que um sobressaindo-se joga-lhe uma pedra paralelepípedo que trisca-lhe as costas.
As pessoas saem das suas casas,surgem nas esquinas,comentam,sorriem,gesticulam se sentam no meio fio,para verem a multidão retornar estafada.
Manga rosa desperta com o sol deitando atrás do morro,as janelas e portas trancadas,sinal que seu irmão saiu.
Abre uma parte da janela veneziana para vê como estava o tempo.
Salta da cama lerdamente,passa os olhos sobre a casa,quase tudo no seu devido lugar.
Destampa algumas vasilhas sobre o fogão,seu irmão havia preparado o almoço.
Abre a geladeira.pega um ovo e frita,suspende o botijão e balança sem muito esforço o gás esta preste a acabar.
Abre o armário e cata com a mão analiticamente o que ainda tinha;
Meio quilo de arroz,de sal,de macarrão,sementes de quiabo,coentro,sementes de girassol e uma nota surrada de 2 reais,era todo o dinheiro que havia.
Abriu a cédula e a cheirou, tinha cheiro de roupa suja,depois dobrou-a e a pôs no mesmo lugar.
Subiu na cadeira e acendeu a lâmpada da sala enroscando-a com a mão.
Correu para a cozinha e retirou o ovo feito,que começava a queimar.
No lugar colocou o feijão.
Voltou a sala e sentou-se no sofá velho e encardido.
Olhou a sua volta no outro sofá menor, estava seu violão estendido como uma mulher despida.
Ao seu lado sobre uma cadeira uma pequena televisão,que seu irmão tinha comprado a uma vizinha,dava sinal de pouca resistência.
Na sua frente uma estreita estante sustentava uma pequena fileira de livros deixando á vista pela portinhola pendurada,alguns vinis de bolero tangos...
Por um instante estendeu o corpo para baixo esticando as pernas e apoiando a nuca nas costas do assento, suspirando,fechou os olhos e fez um pedido para Deus.
Lembrou-se da comida no fogo e correu para retira-la.
Enquanto esfriava
Pôs um disco de NET KING COLE
O som rouco dos tuites imponentes,desfigurava a beleza do som.
Com um movimento hábil no braço do radiola fez parar o Lang play .
Bulinou aqui e acolá.
“teria que dá um jeito naquelas caixas de som”.
Pensou consigo sábado teria a feira do troca troca .
Retornou a liga-la.
A sonoridade fluiu melhor.
Solfejando sentou-se á mesa da cozinha.
Olhou para o relógio no pulso lembrou-se que os ponteiros da parte superior estavam parados.
Acendeu o mostrativo menor,faltava dois minutos para as 18:00 horas
teria que preparar o corpo para o longo trajeto que ainda iria fazer,
e pensou; “Que o espírito já estava preparado”.
Voltou o fundo da panela para a luz da lâmpada para vê se estava furada.
Colocou um pouco de farinha,jogou o ovo frito que caiu como uma borracha sobre a porção de alimentos.
Encheu a boca...entalou-se.
Levantou-se rapidamente
Pôs a boca debaixo da torneira do filtro, o bolo alimentar desceu rasgando sua goela.
Encheu de água uma garrafa de 560 ml e pôs junto dele para possíveis emergência.
Sorriu de si mesmo.
Engolindo o alimento quase sem mastigar.
Abimael gomes
Fiteiros sujos de bancas de bicho atravessados sobre a via de pedestre
No meio do estreito asfalto,bicicletas,cachorros,homens e meninos competem com a passagem irregular de automóveis e motocicletas.
Os fios de telefones sobre as paradas de ônibus,propensos nas cabeças de quem passa.
Pessoas abatidas e cansadas,portando sacolas plásticas,jovens conduzindo outros nos quadros das bicicletas,casais, mulheres quase nuas,pederastas,lesbica ,crentes,viciados atentos nas esquinas.
Homens sobre frágeis coberturas de telhas loudentas de brazilit ,de camisas e bermudas, outros de blusões abertos deixando á amostra os peitos nus.
Cada um se junta ao seu grupo como lobos em bando,velho com velho,jovem com jovem para conversarem da vida alheia e de suas próprias vidas.
A chuva cai e sobre as marquises estiam...
Meninos atravessam correndo, pares encolhem-se sob pequenos guarda-chuvas de aspas á amostra,outros passam com faces arqueadas protegendo as cabeças com toalhas e sacos plásticos.
O ônibus passa com mulheres e homens atentos nas janelas,com braços e cotovelos á vista.
A chuva estanca,os guarda-chuvas desarmam-se os panos e sacolas são retirados da cabeça e postos nas costas.
Retoma-se o tráfego de pessoas
Senhoras sobem dos córregos para chamarem seus netos e saem arrastando-os pelos braços.
Raparigas se cobrem deixando os umbigos com pinces á amostra .
Mocinhas evangélicas com a Bíblia na mão passam Por estas e a repudiam, uma negra de cabelo a escova que arruma a tufa com carinho.
Tenda cobertas por escuras lonas são desarmadas,cadeiras e caixas são recolhidas...
Quando gritos e correrias ouvi-se...
Um sujeito foge a todo vapor enquanto uma multidão o persegue pedido para que o agarre de modo que um sobressaindo-se joga-lhe uma pedra paralelepípedo que trisca-lhe as costas.
As pessoas saem das suas casas,surgem nas esquinas,comentam,sorriem,gesticulam se sentam no meio fio,para verem a multidão retornar estafada.
Manga rosa desperta com o sol deitando atrás do morro,as janelas e portas trancadas,sinal que seu irmão saiu.
Abre uma parte da janela veneziana para vê como estava o tempo.
Salta da cama lerdamente,passa os olhos sobre a casa,quase tudo no seu devido lugar.
Destampa algumas vasilhas sobre o fogão,seu irmão havia preparado o almoço.
Abre a geladeira.pega um ovo e frita,suspende o botijão e balança sem muito esforço o gás esta preste a acabar.
Abre o armário e cata com a mão analiticamente o que ainda tinha;
Meio quilo de arroz,de sal,de macarrão,sementes de quiabo,coentro,sementes de girassol e uma nota surrada de 2 reais,era todo o dinheiro que havia.
Abriu a cédula e a cheirou, tinha cheiro de roupa suja,depois dobrou-a e a pôs no mesmo lugar.
Subiu na cadeira e acendeu a lâmpada da sala enroscando-a com a mão.
Correu para a cozinha e retirou o ovo feito,que começava a queimar.
No lugar colocou o feijão.
Voltou a sala e sentou-se no sofá velho e encardido.
Olhou a sua volta no outro sofá menor, estava seu violão estendido como uma mulher despida.
Ao seu lado sobre uma cadeira uma pequena televisão,que seu irmão tinha comprado a uma vizinha,dava sinal de pouca resistência.
Na sua frente uma estreita estante sustentava uma pequena fileira de livros deixando á vista pela portinhola pendurada,alguns vinis de bolero tangos...
Por um instante estendeu o corpo para baixo esticando as pernas e apoiando a nuca nas costas do assento, suspirando,fechou os olhos e fez um pedido para Deus.
Lembrou-se da comida no fogo e correu para retira-la.
Enquanto esfriava
Pôs um disco de NET KING COLE
O som rouco dos tuites imponentes,desfigurava a beleza do som.
Com um movimento hábil no braço do radiola fez parar o Lang play .
Bulinou aqui e acolá.
“teria que dá um jeito naquelas caixas de som”.
Pensou consigo sábado teria a feira do troca troca .
Retornou a liga-la.
A sonoridade fluiu melhor.
Solfejando sentou-se á mesa da cozinha.
Olhou para o relógio no pulso lembrou-se que os ponteiros da parte superior estavam parados.
Acendeu o mostrativo menor,faltava dois minutos para as 18:00 horas
teria que preparar o corpo para o longo trajeto que ainda iria fazer,
e pensou; “Que o espírito já estava preparado”.
Voltou o fundo da panela para a luz da lâmpada para vê se estava furada.
Colocou um pouco de farinha,jogou o ovo frito que caiu como uma borracha sobre a porção de alimentos.
Encheu a boca...entalou-se.
Levantou-se rapidamente
Pôs a boca debaixo da torneira do filtro, o bolo alimentar desceu rasgando sua goela.
Encheu de água uma garrafa de 560 ml e pôs junto dele para possíveis emergência.
Sorriu de si mesmo.
Engolindo o alimento quase sem mastigar.
Abimael gomes
Enviado por Abimael gomes em 22/08/2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
COMPOSIÇÃO DE ABIMAEL GOMES
Cantora: Autenticada Porfirio
Musica: Se voçê soubesse
Album: Semente de vitória
Autor: ABIMAEL GOMES
Ano: 2012
Musica: Se voçê soubesse
Album: Semente de vitória
Autor: ABIMAEL GOMES
Ano: 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
MATÉRIA SOBRE ABIMAEL GOMES
JORNAL OLINDENSE TRAZ MATÉRIA SOBRE ABIMAEL
O Mirante de Olinda é um espaço voltado a essência cultural da Cidade. Na edição de março trouxe uma matéria sobre o trabalho de Abimael Gomes, que incluiu suas poesias, cordéis e o CD "Pelas Ruas do Brasil". Além de circular impresso, O Mirante tem versão virtual do seu conteúdo.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
CANTA ABIMAEL GOMES
Chico Buarque sangrando pelo bico - este é o vídeo postado no dia 18 de janeiro no youtube, pelo thiago100109. Veja como ficou!!!
terça-feira, 25 de outubro de 2011
POEMA DE ABIMAEL GOMES
NO EDEM DE BRENNAND
(Abimael Gomes)
NEM O FREUD TERIA EXPLICADO.
SE A ARTE SENTASSE EM SEU DIVÃ.
PRÁ FALAR SOBRE OS DEDOS DE BRENNAND.
E DA SUA ESSÊNCIA GENIAL.
PODE VER QUE HÁ UM GENE ARMORIAL.
E EM GRANDEZA AS DUAS SÃO IRMÃS.
CERTAMENTE, ARIANAS E BRENNANDS,
DESCENDERAM DA ARTE UNIVERSAL.
DO SAGRADO SEGREDO ANCESTRAL.
QUE FIZERAM PICASSO E REIMBRAND.
EM PARIS, NOVA YORQUE E AMISTERDÃ.
PODE VER QUE HÁ SUAS DIGITAIS.
O FOGO ACESO, O BARRO SE BRONZEANDO.
VEJO BRENNAND MODELANDO COM SEU AR MONUMENTAL.
E NO SEU ÉDEM DE CERÂMICA E DE PEDRA.
CADA CURVA QUE ELE QUEBRA.
NASCE UMA CATEDRAL.
PERNAS E PEITOS, BUSTOS, BUNDAS, ESCULTURAS,
GEOMÉTRICAS PINTURAS DE SUA IMAGINAÇÃO.
COMO BETHOVEM ESCREVENDO SUA PARTITURA.
BRENNAND TECE A CRIATURA, COMO DEUS FEZ COM ADÃO.
AÊ! VEM VER! DA LAMA DO BARRO ESCORRER.
A MITOLOGIA DE MARTE QUE O GÊNIO DA ARTE,
FAZ O MUNDO VER.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
COMPOSIÇÃO DE ABIMAEL GOMES e LÉO GOMES
BANDA CALCINHA PRETA GRAVA MAIS UMA COMPOSIÇÃO DE ABIMAEL E LÉO GOMES: "VOU CHORAR" (VOLUME 25)
terça-feira, 23 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
>> abimael na tv
CONFIRMADO: SÁBADO, 27 DE AGOSTO, A PARTIR DAS 4 DA TARDE - CONFIRA A PARTICIPAÇÃO DE ABIMAEL GOMES NO PROGRAMA MOSAICO CULTURAL (COM HILDEBRANDO MARQUES) NA TV NOVA NORDESTE. ELE CANTA DUAS MÚSICAS DO CD PELAS RUAS DO BRASIL E DECLAMA UMA DE SUAS POESIAS. CONFIRA A TV PELA INTERNET OU POR TV A CABO.
domingo, 26 de junho de 2011
POEMA DE ABIMAEL GOMES
EU TINHA UM CARRINHO DE CACHORRO QUENTE.
VENDIA AGUARDANTE E CARNINHA NA BRASA.
É O QUE BOTAVA A FEIRA PRÁ DENTRO DE CASA.
ERA A ÚNICA FONTE DE RENDA DA GENTE.
FINAL DE SEMANA, ENCHIA CONTENTE
DE ESPETINHO, DE CARNE, FAROFA E CANA,
DE REFRIGERANTE DE COISA BACANA.
SAÍ ARRASTANDO ATÉ A CIDADE,
IA ASSOBIANDO DE FELICIDADE,
COM FÉ EM JESUS QUE IA DAR UMA GRANA.
CHEGAVA NO CENTRO, NA CURVA DA ESQUINA,
PARAVA A CARROÇA NO PÉ DA CALÇADA.
E UMA NUVEM COM CHEIRO DE CARNE ASSADA.
CHAMAVA OS INDOS E VINDOS DAS VENTAS.
GRITAVA: ESPETINHO É UM E CINQUENTA.
FREGUESA, SE ACHEGUE QUE TEM MUITO MAIS.
TEM SODA, TEM COCA E, É SÓ DOIS REAIS.
TEM ÁGUA COM GÁS E TEM AGUARDENTE.
É UM PITBULL, MEU CACHORRO QUENTE.
MATA SUA FOME E TE SATISFAZ.
MAS, VEJA DOUTOR O QUE ACONTECEU:
ESTAVA ENTRETIDO COM A CLIENTELA
OLHA A CARROCINHA! GRITOU UMA DELAS.
E, QUANDO OLHEI PEGARAM O QUE É MEU.
GRITEI SUPLICANDO PELO AMOR DE DEUS.
AINDA ASSIM MESMO NÃO TIVERAM PENA.
PEGARAM A CARROÇA SEM DÓ.
JOGARAM EM CIMA DA CARROCERIA.
DALI PARA FRENTE O QUE EU FARIA.
POR NECESSIDADE VEJA NO QUE DEU.
SOU PAI DE FAMÍLIA; TENHO OITO FILHOS.
QUE FAÇO AGORA PRÁ DAR DE COMER?
O MAIS VELHO TEM OITO O MAIS NOVO É BEBÊ.
E A MULHER ESPERA O DE NÚMERO NOVE.
BATEU DESESPERO PEGUEI O REVOLVER.
FUI PEGO EM FLAGRANTE, CUMPRA SEU DEVER.
QUE MINHA HISTÓRIA SIRVA PRÁ PODER,
MUDAR OU SERVIR DE REFLEXÃO,
PRA OS HOMENS QUE FAZEM A CONSTITUIÇÃO,
LEVAREM EM CONTA O POVO NO PODER.
JÁ VENDI RELÓGIO, ANTENA DE TV,
SOMBRINHA NO INVERNO, RAIBAM NO VERÃO.
PRÁ SOCIEDADE, HOJE SOU LADRÃO.
LEVO ESSE SOBRENOME ENQUANTO VIVER.
PARA OUVIR A MÚSICA, VISITE O PALCOMP3.COM/ABIMAEL
terça-feira, 21 de junho de 2011
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